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Manifestação das Centrais Sindicais

bloqueia Avenida Paulista

A manifestação das centrais sindicais na capital paulista interdita na manhã desta quarta-feira (28) o sentido Consolação da avenida Paulista, uma das principais da cidade. O ato é contra as Medidas Provisórias 664 e 665, anunciadas no final do ano passado pelo governo federal, que alteram regras para benefícios sociais como pensão por morte, auxílio-doença, abono salarial e seguro-desemprego.
Luiz Carlos Mota, presidente da UGT em São Paulo, reclama que o movimento sindical foi pego de surpresa pelas medidas provisórias, pois o assunto não foi discutido com os representantes dos trabalhadores. “Este é o momento em que os trabalhadores estão mostrando para a presidenta Dilma que não podemos retroceder nos direitos trabalhistas, temos que avançar”, disse ele.
Além das medidas provisórias, outra questão levantada por Mota é a pauta trabalhista. “A redução da jornada de trabalho, o fim do fator previdenciário, a correção da tabela do imposto de renda, são questões que estão afetando o bolso do trabalhador. São reivindicações que temos feito com as centrais sindicais há vários anos. Nunca se mexeu em nada da pauta trabalhista. E agora vem querer mexer na questão do seguro-desemprego, abono, auxílio-doença. Nós não vamos admitir isso não”, declarou.
(fonte: IG)
Wagner Souza, Presidente do Sindicato União e Secretário de Relações Internacionais da UGT União Geral dos Trabalhadores, declarou em seu discurso que: “Pacote era usado na Ditadura Militar. A Presidenta Dilma, ao não dialogar com os trabalhadores e editar as duas Medidas Provisórias, se une ao que há de mais perverso da política brasileira, prejudicando, principalmente, as pessoas mais vulneráveis de nossa sociedade”.


CONVOCAÇÃO GERAL DEFESA DOS DIREITOS DOS SERVIDORES PÚBLICOS E TRABALHADORES (AS)

28/janeiro – 10 horas – MASP (Av. Paulista)


Todos os trabalhadores estão convocados para a Manifestação contra as Medidas Provisórias 664 e 665 editadas pelo Governo Federal e que prejudica, principalmente, aos trabalhadores mais pobres, e, portanto, mais vulneráveis da sociedade. 

Ontem, 26/01, na sede da UGT União Geral dos Trabalhadores, as Centrais Sindicais se reuniram para tratar dos detalhes da Manifestação do dia 28/01.
Ficou decidido que a Manifestação terá início às 10 horas, em frente ao MASP, na Avenida Paulista, devendo se estender, até no máximo às 14 horas.
Decidiu-se, também, elaborar dois documentos assinados por todas as Centrais Sindicais:

  1. Um documento para ser entregue na sede da Petrobras, manifestando a preocupação dos trabalhadores com o possível desdobramento da Operação Lava a Jato, com possíveis demissões tanto na empresa quanto nas empresas terceirizadas.
  2. Outro documento para ser entregue na sede do Ministério da Fazenda, manifestando o descontentamento dos trabalhadores com as Medidas Provisórias 664 e 665, por jogar nas costas dos trabalhadores, mais uma vez, a conta da incompetência e corrupção dos governos.

Você também está CONVOCADO (A) para essa manifestação justa, e que será, com certeza, pacífica e ordeira. Mas que provocará a sociedade para uma reflexão sobre a gravidade do assunto e do momento político que estamos vivendo em nosso País. ESTIMADA RECESSÃO PARA 2 (DOIS) ANOS.

Veja o documento do Dieese

Veja aqui documento entregue aos ministro da area econômica pela UGT


 

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